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Rodas, Patas e Malas

Despedida de Tromsø, a escala em Oslo com testes à mistura e a vitória das bagagens.

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Capa da viagem

✈️ O Regresso (Com o Braço ao Peito e Malas Intactas!)

📅 8 de Dezembro de 2021

Na manhã seguinte, acordámos com aquele misto de emoções de quem sabe que a aventura está a chegar ao fim, mas com a particularidade de termos o Pai Bandeiras agora com um acessório novo: o braço ao peito! Tomámos um reforçado pequeno-almoço no hotel, fizemos o check-out e deixámos as malas guardadas na receção, já que o nosso voo de regresso a Oslo era só ao fim da tarde.

Aproveitámos estas últimas horas no Círculo Polar Ártico para um passeio calmo de despedida pela cidade. O objetivo? Comprar as tradicionais recordações. Lá andou o nosso acidentado, estoicamente a caminhar pelas ruas nevadas (desta vez com cuidado redobrado a cada passo!), enquanto escolhíamos os ímanes e as lembranças perfeitas para a família que ficou em Portugal.

Rumo a Oslo e a Logística de 2021

Quando chegaram as horas, fomos ao hotel recolher a nossa bagagem, apanhámos o autocarro em direção ao aeroporto de Tromsø e despedimo-nos, com alguma pena, das paisagens brancas do norte. Apanhámos o avião e chegámos a Oslo já ao princípio da noite.

🧪 A Realidade de Viajar em 2021

Como estávamos no final de 2021, viajar exigia uma logística muito própria. Assim que aterrámos em Oslo, fomos diretos fazer os testes de COVID-19 que já tínhamos deixado marcados com antecedência. Era um passo obrigatório (e nada divertido!) para podermos ter autorização para embarcar de regresso a Portugal no dia seguinte.

O Regresso a Casa (com uma vitória final!)

No dia seguinte, bem cedinho, lá fomos nós para o aeroporto apanhar o nosso voo de regresso a casa, com escala em Amesterdão. Depois de passeios, auroras boreais, muito frio e um osso partido, o cansaço de nós os três já era notório, mas a viagem guardava-nos uma última surpresa...

🧳 O Milagre das Bagagens!

Se na ida para o Norte a sorte com as malas não tinha sido a melhor, desta vez o universo decidiu compensar-nos pelo percalço no gelo. Quando finalmente aterrámos em Portugal, fomos ao tapete das bagagens apreensivos e... voilà! Nenhuma mala se perdeu! Chegou tudo intacto connosco a casa.

E assim fechámos esta expedição ártica. Voltámos com menos mobilidade num braço, é certo, mas com a mala cheia de memórias maravilhosas, vistas deslumbrantes e o verdadeiro espírito do inverno norueguês no coração. A próxima aventura já está a ser sonhada... e prometemos levar botas com melhor tração para o gelo!

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